Votar na PEC dos Precatórios ou 17 milhões morrem de fome foi a moeda certa 

Essa foi uma das justificativas que o novo “Cunha” o deputado Arthur Lira e seus asseclas costuraram para que a PEC dos Precatórios fosse aprovada na Câmara dos Deputados em plena madrugada dos mortos. Uso de emendas, fome e caos social são meros pretextos para o maior calote do pós golpe

Por Redação

Para se entender a votação da PEC dos Precatórios é preciso se entender também que não só porque naquela hora todos estão dormindo. A imprensa fica silenciosa esperando novas notícias que possam atender seu editorial matinal. É preciso que se saiba que existe a emenda do relator. Nela é feito o Orçamento Geral da União, chamado de (LOA). Ela é enviada para o congresso anualmente e assim distribuída para os deputados, ali está uma poderosa moeda em mãos, uma preciosidade para estados e municípios.

Existem quatro tipos de emendas feitas ao orçamento: individual, de bancada, de comissão e da relatoria. As emendas individuais são de autoria de cada senador ou deputado. As de bancada são emendas coletivas, de autoria das bancadas estaduais ou regionais. Emendas apresentadas pelas comissões técnicas da Câmara e do Senado são também coletivas, bem como as propostas pelas Mesas Diretoras das duas Casas.

As emendas do relator são feitas pelo deputado e senadores que, naquele determinado ano, foi escolhido para produzir o parecer final sobre o Orçamento – o chamado relatório geral. Há ainda as emendas dos relatores setoriais, destacados para dar parecer sobre assuntos específicos divididos em dez áreas temáticas do orçamento. Todas as emendas são submetidas à votação da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO). Vendo de maneira superficial nada disso importa a não ser seu destino às duas horas da madrugada onde todos só dormem. Assim como disse o Guedes “Quando menos esperar ou acordar já botamos a granada no bolso deles”. Essa frase histórica não pode ser esquecida.

Pois bem, o relator da PEC dos Precatórios é o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). Aliado de Bolsonaro que diz “Nós estamos reajustando o antigo Bolsa Família, hoje Auxilio Brasil. Para a mãe de família não importa se chama Bolsa Família ou Auxílio Brasil, ela quer receber os R$ 400”, disse ele. Mas se o nome não importa então por quê mudar? Não dá impressão de que o nome tem um efeito eleitoral? Não precisa ser um gênio para se ter está dedução, como também não podemos ser tão imbecil para não entender que assassinar o nome Bolsa Família não é só apagar os dezoito anos de história, mas sim a digital do criador.

Os 312 deputados que votaram a favor deste ato politiqueiro é vergonhoso pois usa 17 milhões de famintos como moeda eleitoral às claras. O pior é que a sociedade não reage, e quando assim faz não passam de meras linhas no Facebook, Instagram ou via Twitter e nada mais. Quando for em 2022 votem nos mesmos canalhas que se escondem nos seus gabinetes que mais parecem mercadores das tragédias. Infelizmente é o fim do poço e entre emendas e planos para erradicação da pobreza acredita-se quem quiser, menos este simples comunicador que só quer que a verdade seja escrita, explicada e raciocinada da melhor e mais sensata visão.

Vejam algumas menções feitas no Twitter:

Capa da Folha de S. Paulo

Com informações da Agência Senado

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