A difícil aprovação de André Mendonça o ‘terrivelmente evangélico” ao STF

Há mais de 90 dias que ele foi indicado ao STF na vaga do ex-ministro Marco Aurélio, que se aposentou em 13 de junho do corrente ano. André Mendonça aguarda por Alcolumbre que insiste em não pautar indicação pois espera uma segunda opção com apoio do Centrão

Por Redação

O assunto sobre a vaga deixada pelo ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) deixada por Marco Aurélio de Mello, em 13 de junho deste ano, predominou parte dos noticiários nacionais na manhã desta segunda-feira, 11. O fato voltou a ser debatido depois que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acusou o presidente da CCJ no Senado, o Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP) de não querer André Mendonça do STF. Fato este que parece não ser unânime caso seja verdadeira a discordância de Bolsonaro.

Segundo fontes jornalísticas que circulam nos bastidores de Brasília, a ideia do novo indicado ao STF não ser bem vinda não é por ser evangélico, mas sim uma certa desconfiança por parte até mesmo dos ministros do STF que desejam não acontecer o mesmo que aconteceu com Kassio Nunes Marques, este se encontra isolado por está lá para defender políticas ideológicas do atual mandatário do Brasil.

Segundo informou o site Metrópoles, aliados afirmam que, por ora, Alcolumbre não pretende marcar a sabatina nem mesmo para rejeitar o nome de Mendonça. O senador quer que o próprio Jair Bolsonaro retire e faça outra indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que o presidente se recusa. Nesse sentido, o Centrão também insiste em um novo nome que não seja tão aliado ao presidente, pois “ministros do STF” não devem defender interesse de quem quer que seja, mas sim o que diz a constituição brasileira.

A indicação de Mendonça está parada no Senado há quase três meses. Ele foi indicado para a vaga do ex-ministro Marco Aurélio Mello em 13 de julho. Desde 19 de agosto, a indicação está na CCJ do Senado, onde sequer teve relator designado por Alcolumbre. O caso agora está para ser decidido ou rejeitado pelo próprio STF que poderá dizer que isso é problema do Senado Federal e não pode interferir.

Com informações do Site Metrópoles

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