Ex-empregado dos Bolsonaros revela segredos e supostos crimes da família

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro afirma que ex-mulher de Jair comandava esquema de rachadinha e colocou mansão em nome de laranjas, diz reportagem do Metrópoles em que Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, diz ter sido empregado domestico dos família Bolsonaro.

Com Metrópoles

Um ex-empregado que trabalhou durante 14 anos para a família Bolsonaro afirma ter testemunhado nesse período a prática de uma série de crimes que teriam sido cometidos pela advogada Ana Cristina Valle, atualmente ex-mulher do presidente, e pelos parlamentares Flávio e Carlos Bolsonaro, respectivamente primeiro e segundo filho de Jair Bolsonaro.

O material faz parte de uma serie de reportagens que; Guilherme Amado, Naomi Matsui, Bruna Lima, Edoardo Ghirotto e Eduardo Barretto estão divulgando sobre Bolsonaro e seus familiares. A primeira foi postada nesta quinta-feira 02 de setembro prometendo muita repercussão na cena política.

Após se demitir por não receber o salário pedido, o ex-funcionário reconstituiu  em detalhes todos os anos em que serviu à família, quando passou por quatro funções. Primeiro, trabalhou na campanha de 2002 de Flávio para deputado estadual. Entre 2003 e 2007, foi lotado no gabinete de Flávio na assembleia do Rio.

Depois da separação do presidente e de Ana Cristina, em 2007, passou a ser, a pedido de Bolsonaro, uma espécie de babá de Jair Renan, filho do casal, até a advogada deixar o Brasil e se mudar para a Europa. Finalmente, entre 2014 e 2021, trabalhou como empregado doméstico de Ana Cristina em suas casas, primeiro em Resende (RJ), e nos últimos meses em Brasília. Em 23 de junho divulgamos uma matéria intitulada “Renan Bolsonaro diz que tem pai de criação homossexual e negro“. Na reportagem não faz referencia se é a mesma pessoa.

Marcelo confessa ter devolvido 80% de tudo o que recebeu no gabinete de Flávio nos quase quatro anos em que foi seu servidor na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj): cerca de R$ 340 mil no total.

Segundo ele, Ana Cristina foi quem precedeu Fabrício Queiroz e era a encarregada de recolher as rachadinhas não só no gabinete de Flávio, mas também no de Carlos, eleito vereador da Câmara do Rio em 2000. Somente depois da separação de Jair e Ana Cristina, em 2007, Flávio e Carlos teriam assumido a responsabilidade pelo recolhimento dos valores dos funcionários de seus gabinetes. Só que as denúncias do ex-empregado vão bem além.

Ele acusa Ana Cristina de ter formado todo o seu patrimônio, que em 2020 estava estimado em R$ 5 milhões, usando uma série de laranjas, inclusive na compra da mansão em que ela mora atualmente em Brasília, no Lago Sul, com o filho, Jair Renan. Se banalizarmos a linha do tempo pode-se supor que a historia do ex-funcionário faz sentido.

Com informações do Metrópoles

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