Eduardo Bolsonaro faz nova ameaça: ‘uma hora as ordens do STF não serão cumpridas’

Em meio ao clima de tensionamento entre Jair Bolsonaro e o Supremo, Eduardo voltou a atacar a Corte: “ao que parece, não tem mais corda para você esticar” O filho do presidente esteve na Rede TV em programa e TV bolsonarista. Tive o desprazer em ver e sentir a cara de pau desse povo que sentem-se donos da verdade indo contra as instituições de forma grosseira e sem limites.

Com Brasil 247 

Filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) voltou a ameaçar o Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista ao jornalista bolsonarista Luís Ernesto Lacombe, na RedeTV!, o parlamentar afirmou que “vai chegar uma hora” em que as decisões do STF “não serão mais cumpridas”.

“Prendem por fake news. Prendem por atos antidemocráticos. O que é um ato antidemocrático? Prendem por milícia virtual. Vai chegar uma hora em que essas ordens da mais alta Corte do judiciário nacional não vão ser cumpridas, infelizmente. Se continuar desse jeito…”, declarou.

Eduardo também afirmou que “não tem mais corda para esticar”, em referência à crise institucional entre o Poder Executivo e Judiciário. “Ele [Jair Bolsonaro] tenta sempre agir dentro das quatro linhas da Constituição. Mas, ao que parece, não tem mais corda para você esticar. Qual seria o próximo passo? Prender o presidente? Prender um dos filhos? A gente não tem medo de prisão. Agora, fazer isso, sem ter motivo?”.
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A bronca da família Bolsonaro com o STF e do próprio Eduardo não é novidade. Durante a campanha eleitoral de 2018, o deputado disse que bastaria mandar “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo. O deputado Eduardo Bolsonaro, filho do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL,) disse, durante uma palestra antes do primeiro turno, que se o STF tentar impugnar a candidatura do presidenciável por “qualquer motivo” “terá que pagar para ver o que acontece”;”Será que eles vão ter essa força mesmo? Se quiser fechar o STF você não manda nem um Jipe, manda um soldado e um cabo“, disse; ameaça às instituições ganha força em meio a denúncia de que empresários impulsionaram a campanha de Bolsonaro por meio de contratos milionários para disparos em massa de mensagens contra o candidato do campo democrático Fernando Haddad e o PT por meio aplicativos como o Whatsapp.

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