Vendas de pés de galinha disparam no Brasil

Nunca foi tão possível enxergar a desgraça provocada por um governo como agora, a volta da inflação,  disparada de preços dos alimentos, somados ao aumento dos combustíveis, desemprego e um baixo auxílio aos mais carentes, foi a receita ideal para a volta da fome. Recentemente em Cuiabá – MT foram flagradas filas enormes de pessoas famintas recebendo doações de ossos para ajudar na alimentação

Com Esquilo Político

Durante duas semanas a reportagem do pesquisou supermercados, falou com famílias, e funcionários de açougues e chegamos a triste conclusão que o povo tem se alimentado de tudo que é possível para não morrer de fome, entre os alimentos citados para substituir a carne, estão o ovo, salsicha, mortadela, miúdos, ossos e até pés de galinha, esse último nos chamou a atenção por um simples fato: hoje, é possível encontrar pés de galinha nos supermercados, algo impensável algum tempo atrás, esse tipo de alimento antigamente somente eram vendidos em açougues ou aviários.

Para se ter uma ideia em 2010, o consumo de pés de galinha per capita (por pessoa), que era de 20 unidades ao ano, subiu para 45 no ano passado. Isso foi percebido pelos donos de granjas e frigoríficos e esse produto já representa uma alta de 45% das vendas esse ano, em cálculos mais conservadores, eles esperam que a média de consumo per capita atinjam 65 unidades desse produto no ano de 2021.

O preço de um pratinho de pés de galinhas que em 2010 custa R$ 1,69 atualmente está R$ 5,29 em Fortaleza, em outras capitais que nossos colaboradores nos repassaram, chegam a custa R$ 8,90 o pacote, como é o caso de Curitiba, e o mais caro R$ 11,50 em Rio Branco capital do Acre.

Outro produto que teve aumento significativo foi o consumo de ovos, em 2010, o consumo de ovos per capita (por pessoa) era de 140 unidades, subiu para 240 no ano passado.

O aumento no consumo e preço desses produtos ocorre porque eles estão sendo usados para substituir as carnes, que tiveram alta de preço de 35%, em relação ao preço absurdo que já era constatado no ano passado.

Com 40 milhões vivendo na extrema pobreza e 14,5 milhões de desempregados, a fome voltou a sentar na mesa do brasileiro e os preços de alimentos como carne, já não é acessível a classe C, D e E do país, para não morrer de fome o povo tem recorrido a alimentos que na época dos governos petistas não era sequer cogitado pela grande maioria dos lares brasileiros.

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