Moraes reforça que ameaça contra eleição é crime e Bolsonaro diz sem voto impresso não concorrerá eleição

Ministro do STF rebateu críticas do presidente Jair Bolsonaro e defendeu o colega Luís Roberto Barroso. Como criança birrenta, dessa vez deu noticia que empolgou os internautas, ele ameaçou não participar da eleição 2022 caso não tenha voto impresso.

Com R7

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), rebateu críticas do presidente Jair Bolsonaro e defendeu o colega ministro Luís Roberto Barroso, do STF e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Em rede social nesta sexta-feira (9), Moraes afirmou que não serão admitidos atos contra a democracia e o estado de direito, que são crimes comum e de responsabilidade.

“Os brasileiros podem confiar nas instituições, na certeza de que, soberanamente, escolherão seus dirigentes nas eleições de 2022, com liberdade e sigilo do voto. Não serão admitidos atos contra a democracia e o estado de direito, por configurar crimes comum e de responsabilidade”, postou o ministro, que no ano que vem substituirá Barroso na presidência do TSE.

Bolsonaro voltou a atacar Barroso, que é contrário ao voto impresso, o chamando de imbecil. O presidente fez também nova ameaça de que as eleições do ano que vem podem não ocorrer caso a urna eletrônica não seja alterada. Ele atribuiu a Barroso articulações políticas junto ao Legislativo para barrar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição do Voto Impresso.

O TSE também divulgou nota nesta sexta-feira rechaçando as declarações do presidente, classificando como “lamentáveis quanto à forma e ao conteúdo”, além de citar que violar princípios constitucionais, como a ocorrência das eleições de 2022, “configura crime de responsabilidade”.

A comissão da Câmara que analisa a proposta do voto impresso, ou auditável, começou a debater na segunda-feira (5) o texto apresentado pelo relator, Filipe Barros, do PSL.  O presidente Bolsonaro voltou a defender a mudança na votação. O presidente Jair Bolsonaro insinuou nesta segunda-feira (19) que pode desistir da candidatura à reeleição em 2022 caso não seja aprovada no Congresso a impressão dos votos das urnas eletrônicas

Com informações do R7

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