Anvisa autoriza importação da Sputnik V por estados do Nordeste

Decisão foi tomada  na noite desta sexta-feira 04,  de modo excepcional e temporário, que permite a importação da Sputnik V por estados do Nordeste. Governadores da região compraram um total de 37 milhões de doses do imunizante russo

Com Brasil 247

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou há pouco, de modo excepcional e temporário, a importação da Sputnik V por estados do Nordeste. O uso do imunizante será inicialmente restrito.

Participaram da sessão extraordinária da Anvisa os diretores Alex Machado Campos, Rômison Rodrigues Mota, Cristiane Rose Jourdan Gomes, Meiruze Sousa Freitas e o presidente Antonio Barra Torres.

“Destaco que fica autorizada a importação excepcional e temporária do seguinte quantitativo, correspondente a doses para imunização de 1% da população nacional, dentro do cronograma enviado pelo Ministério da Saúde: 4 milhões de doses”, afirmou Alex Machado Campos.

Os governadores dos estados do Nordeste assinaram nesta quarta-feira (17) os contratos individuais com o Fundo Soberano Russo para a compra de um total de 37 milhões de doses da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Moscou para combater a covid-19.

A quantidade de doses é proporcional à população de cada estado, de acordo com o governador do Piauí Wellington Dias (PT). No caso do Maranhão, por exemplo, o governador Flávio Dino (PCdoB) revelou em seu perfil oficial no Twitter ter comprado mais de 4,5 milhões de vacinas.

A maioria do colegiado da Anvisa aprovou o imunizante russo. Os cinco diretores foram a favor, porém, os três pareceres técnicos deverão fazer alguns apontamentos ainda hoje. Informou o site Olhar Digital.

Há duas semanas, mais informações sobre a Sputnik V foram entregues pela União Química (representante no Brasil) e também pelo Fundo Soberano Russo (responsável por disponibilizar o imunizante). O presidente presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres afirmou naquela ocasião que a agência “nunca teve apego às questões burocráticas” e que, “sem a inspeção que avalia as boas práticas de fabricação dos insumos vacinais, não é possível atestar as reais condições de fabricação do produto”.

Com informações do Olhar Digital

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