Parceria de Moro com EUA visou destruir Lula

Em artigo publicado nesta terça-feira 17,  agentes da Lava Jato utilizaram operações psicológicas, definidas em manuais, para realizar a gestão da percepção de uma parte da população em desfavor do ex-presidente e de sua defesa, diz a Jornalista Celeste Silveira.

Da Redação

A 13ª vara de Curitiba foi determinada na segunda-feira 16, pelo Ministro Lewandowiski do STF, para que libere acesso de Lula a provas da Lava Jato sobre Odebrecht, a defesa de Lula tenta obter acesso aos documentos desde 2017. Os advogados de Lula reclamam   que nestes relatórios devem ter provas que Lula é inocente e que são necessária para um julgamento justo e imparcial. Há suspeita de que os procuradores da Lava Jato teriam auxiliado o FBI com informações confidenciais com objetivo claro de condenar Lula e o deixar inelegível.

Segundo o site de noticias “Antropofagista“, os advogados de Lula da Silva acreditam numa parceria de interesses entre os líderes da Operação Lava Jato e o governo dos EUA para acusar Lula da Silva e, com isso, deixá-lo de fora das eleições de 2018, que acabaram ganhas por Jair Bolsonaro. Sem essa “guerra jurídica”, Bolsonaro, que convidaria o líder da operação Sérgio Moro para seu superministro da Justiça e da Segurança, não seria eleito, afirmam ainda ao DN Cristiano Zanin e Valeska Martins, autores, ao lado do também jurista Rafael Valim, de Lawfare. No popular, Lawfare se refere à junção da palavra law (lei) e o vocábulo warfare (guerra), e, em tradução literal, significa guerra jurídica. Podemos entender lawfare da seguinte maneira: uso ou manipulação das leis como um instrumento de combate a um oponente desrespeitando os procedimentos legais e os direitos do indivíduo que se pretende eliminar.

A reportagem gira em torno do lançamento em Portugal do livro Lawfare. Na Introdução, os defensores do antigo sindicalista que foi presidente entre 2003 e 2011 afirmam ainda que sem a prática da “guerra jurídica” Bolsonaro não seria hoje presidente do Brasil. Pelas pesquisas que antecederam as eleições de 2018, Lula liderava em todos os cenários. Para barrar Lula, alguns setores do judiciário passaram por cima de inúmeros processos para consolidar o golpe sob comando de Sergio Moro. Esse por fim quase foi para o STF se não fosse a vontade de ser presidente. Mas como aqui se faz aqui se paga, Moro foi golpeado por Jair Bolsonaro e agora é um João ninguém; sem emprego, sem cargo e pode ser desmoralizado logo que for tudo provado a sua parcialidade.

Foto: G1

Com informações do Antropofagista

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